Uma exposição de pinturas e colagens

«Círculos de cor»

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O que representa para vós um círculo?
Se desenhassem um, que cor escolheriam para o fazer?


Os círculos são uma figura da unidade, da plenitude, do infinito.
Sem começo e sem fim, sem lados e sem ângulos.

No livro de Eclesiastes (3, 11), lê-se: «Todas as coisas que Deus fez são boas a seu tempo. Até a eternidade colocou no coração deles, sem que nenhum ser humano possa compreender a obra divina do princípio ao fim.»

Os círculos são comunicação e inclusão.
Os círculos de artistas e de poetas são locais onde se partilham novas ideias.

Os círculos são protecção.
Permanecer no meio de um círculo protege-vos do perigo.

Os «círculos de silêncio» são locais onde expressamos a nossa solidariedade com os oprimidos, onde revelamos a nossa aspiração à liberdade e ao respeito dos direitos humanos.

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A exposição engloba:

1. Imagens monocromáticas, com a utilização de pigmentos puros para fazer descobrir a força e o significado de cada cor isolada.

2. Colagens elaboradas com selos usados, não com objectivo filatélicos, mas para dar uma nova vida a estes objectos rejeitados e, igualmente, para criar painéis de cor com uma história para contar.

3. Expressões artísticas em páginas de bíblias velhas, encontradas em sótãos empoeirados. Com lápis de cor ou aguarelas, é dada vida aos textos em línguas antigas ou traduções veneráveis. Pequenos fragmentos de ouro de 22 quilates recordam-nos do tesouro escondido nestes livros. Os círculos concêntricos ajudam-nos a fixar o nosso olhar numa palavra ou numa frase.

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O irmão Stephen nasceu em 1959.
Uma das suas primeiras recordações é pintar sobre um cavalete num infantário aos 4 anos. Crescendo na zona limiar entre Inglaterra e Escócia, recebeu encorajamento para a sua vocação artística de Winifred Nicholson (uma das pintoras eminentes em Inglaterra). Convidado a tomar um chá em casa desta, pôde contemplar um Mondrian original pendurado na cozinha. Foi a descoberta de um mundo novo!

Estudou arte e educação na Manchester Metropolitan University (Reino Unido) e na Buffallo College (E.U.A.). Ao trabalhar com um grupo de crianças com dificuldades de aprendizagem, descobriu que a arte não é uma aventura solidária mas uma actividade comunitária. Trabalhar em conjunto permite descobrir os dons de cada um.

O tema permanece muito vivo quando se une à Comunidade de Taizé em 1982, trabalhando com os outros irmãos numa criação comum: no atelier dos esmaltes, aquando da decoração de igrejas e outros locais públicos para os encontros internacionais de jovens organizados pela Comunidade, animando ao longo do Verão em Taizé as reuniões de pais e crianças através de grandes marionetes.


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Printed from: http://www.taize.fr/pt_article15794.html - 16 October 2019
Copyright © 2019 - Ateliers et Presses de Taizé, Taizé Community, 71250 France