Croácia e Bósnia-Herzegovina

No final de Abril um irmão de Taizé visitou várias cidades da Croácia e Bósnia-Herzegovina

Uma escolha que pode ter consequências importantes

«Esta região da Croácia tem uma longa história de cristianismo. Em Split, por exemplo, os cristãos celebram este ano os 1700 anos do martírio do seu primeiro bispo, S. Domnius. Nesta mesma cidade, a oração da noite com os jovens que tinham vindo ao Encontro de Hamburgo realizou-se na igreja dos dominicanos, a apenas alguns metros do palácio do imperador Diocleciano, que foi responsável pelas perseguições do início do século IV. Durante um tempo de partilha, um jovem interrogou-se se estaremos suficientemente conscientes de que, também hoje, ser cristão pressupõe uma escolha que pode ter consequências importantes.»

Construir um futuro comum

No país vizinho, a Bósnia-Herzegovina, a série de encontros continuou com orações nas catedrais católicas de Mostar, Sarajevo e Banjaluka: «Ir de uma cidade a outra é ir de uma situação específica para outra diferente. Mas em todo o lado se levantam questões semelhantes: Como viver em conjunto de forma a que ninguém seja marginalizado ou humilhado? Como construir um futuro comum baseado nos tesouros culturais e religiosos de cada povo que vive na Bósnia-Herzegovina, sem desprezar o que, desde há séculos, é amado por croatas, sérvios ou bósnios? Aqui, mais do que nunca, verifica-se que a oração não afasta das tarefas concretas, antes responsabiliza: em Mostar, os mesmos jovens que animam uma oração regular com cânticos de Taizé também se empenham a fundo na procura de um melhor sistema de estudos universitários, ou estão ainda presentes junto dos que sofrem em situações de grande pobreza.»

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