China

Taizé e a China

A relação entre Taizé e a China continental remonta a várias décadas. Originalmente, um dos irmãos da comunidade, que é chinês, fez uma série de visitas a seminários que reabriram durante a década de 1980. Ele conheceu muitos dos seminaristas e eles mantiveram contato entre si. A comunidade estava ansiosa para apoiar o ministério entre os jovens através de sua oração e cânticos. Ao longo dos anos, a oração ao estilo de Taizé espalhou-se por muitos lugares na China. Hoje, até mesmo em aldeias isolados, religiosas animam orações com cênticos de Taizé; os cânticos, claro, são cantados em chinês e, assim, acompanham crentes tanto mais velhos quanto mais jovens.

Durante vários anos, a comunidade em França recebeu bispos, sacerdotes, seminaristas e irmãs da China. Nos últimos anos, grupos da China também têm vindo a Taizé.

De forma semelhante, jovens chineses, comprometidos com a Igreja, têm sido convidados pela comunidade a passar três meses no verão para participar dos encontros internacionais em Taizé. Durante a sua estadia, vivem perto da comunidade, com jovens adultos de todos os continentes, participando da vida de oração e partilha, com grande simplicidade e abertura. Dessa forma, ampliam as suas perspectivas e têm uma experiência da igreja universal. Quando retornam à China após a sua estadia, são incentivados a comprometerem-se ainda mais nas suas igrejas locais.

Taizé também recebe jovens chineses que vivem na Europa, seja individualmente ou em grupos, para participar dos encontros internacionais.